sexta-feira, 11 de março de 2016

(des)intoxiquemo-nos

https://www.youtube.com/watch?v=8i9vEBWnu9I



Observo-te na tua mais pura essência
Escalo-te o ser
Caio e em jeito de dança fluímos





Quero-te aqui, quero-te perto
Mas cegamente alimentamo-nos desta droga
Potencialmente perigosa
Que ao acharmos que nos aproxima
Só nos afasta
Contudo... Extasiados dependentes
Nem queremos saber de possíveis consequências
O mundo é nosso
E flutuamos nesta espécie de obsessão


Até que,

A realidade chamou. Os danos foram feitos. Errei, errei, errei. Perdoa-me.
Deixa-me continuar a fazer do teu corpo arte.
Desejo ser o pincel para a tela que és.
Onde estás? Onde vais?
Será que mergulhámos demasiado fundo
E te afogaste?



NÃO.

Volta. Renasce. Ressuscita em mim. Fisicamente e moralmente, nada mais importa.
Embora a razão me diga o contrário, a abstinência de ti descontrola-me.





Eu não te queria magoar. [6:53]. Eu amo-te.
Talvez não da maneira mais certa... Mas da maneira que eu sei.





E tudo volta ao mesmo. Acordamos mais uma vez. A lou(cura). Quero recomeçar.


Desatemos os nós que criámos erroneamente no fogo da paixão inepensada.
E assim apenas restaremos nós. Tu. Eu.
E o amor Cru. Nu. Puro.

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