Eu gosto muito da palavra "alma". Quase que nem soa a palavra. Soa a algo etéreo, alado, amoroso, carente, sensível... Em quase todos os meus poemas a refiro. A alma é linda. É para ser amada. Mas juro a pés juntos, com todo o meu ser, que não conheci alma que merecesse mais ser amada e acalentada que a dele. De espírito corrompido, ele tenta reerguer-se e ser feliz. Ser real. E eu quero tanto estar do outro lado da estrada com ele, de mãos dadas e de almas dadas, a ajudá-lo.
Eu não sei que espécie de vontade e sentimento são estes, pois nunca os senti... Contudo, acolho-os com todo o carinho. Também a esta vontade dou a mão e deixo-a percorrer os mais recônditos cantinhos de mim.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Acróstico musical
A melodia que da tua alma sai
Nada pelo meu corpo como um arrepio
Apanha-me completamente desprevenida e
Momentâneos segundos sinto-me em sintonia contigo
Estamos como um só numa música que é só nossa
Somos energias flutuantes, dançantes, amantes
Trememos com um toque
Registamo-nos um no outro
Enquanto o meu coração abraça o teu devagarinho
Mandas o tempo parar apenas com as tuas mãos
Incrivelmente, ele cede e o mundo deixa de existir
Gastamos essas frações de momento
Unidos
Em almas desmesuradamente
Luxuriantes
Foi nesta noite e neste dia que
O meu ser deixou de obedecer às leis da razão
Ri-me, despreocupadamente nervosa
Mas afinal que sentimento poderoso é este?
Intrinsecamente esculpido dentro de mim
Golpeada fui, sem volta a dar
A manhã nasceu e dei por mim a te amar
Nada pelo meu corpo como um arrepio
Apanha-me completamente desprevenida e
Momentâneos segundos sinto-me em sintonia contigo
Estamos como um só numa música que é só nossa
Somos energias flutuantes, dançantes, amantes
Trememos com um toque
Registamo-nos um no outro
Enquanto o meu coração abraça o teu devagarinho
Mandas o tempo parar apenas com as tuas mãos
Incrivelmente, ele cede e o mundo deixa de existir
Gastamos essas frações de momento
Unidos
Em almas desmesuradamente
Luxuriantes
Foi nesta noite e neste dia que
O meu ser deixou de obedecer às leis da razão
Ri-me, despreocupadamente nervosa
Mas afinal que sentimento poderoso é este?
Intrinsecamente esculpido dentro de mim
Golpeada fui, sem volta a dar
A manhã nasceu e dei por mim a te amar
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